29 de julho de 2013

Diário 016 - Paris mon amour - Elaine

Antes de começar, eu só tenho a dizer que escrever sobre Paris deitada na minha cama soa um pouco estranho.

Arrumar uma mala a la Ryanair nunca foi tão fácil. Viajar no verão tem suas vantagens: Dá pra levar mais coisas na mala e dá para aproveitar a cidade até o sol se por, ou seja, até às 23 horas.
Foi nossa primeira viagem juntas. Primeira e única (até agora).
Paris é de fato mágica, e como já prevíamos toda essa magia e tínhamos certeza de que qualquer tempo lá seria pouco tempo, embarcamos logo pra ficar dez dias.
Alugamos um apartamento, porque vida de hostel durante dez dias não seria viável e ninguém iria aguentar o meu mal humor matinal exponenciado por camas ruins, companhia chata, banheiro compartilhado e comida pronta barata de supermercado durante dez dias. Nosso apartamento era super pequeno (mesmo!) e parecia um mostruário da ikea daqueles onde se tem um único cômodo e se diz: "Veja como é possível morar em 10m²" (De fato é). Alugar um apartamento é a melhor opção quando se quer economizar com comida, especialmente quando falamos de Paris, depender de restaurantes caros ou mc donald's nunca é uma opção. Também é a melhor forma de se sentir parisiense.
A melhor maneira de se visitar Paris é sendo estudante residente da União Européia e tendo menos de 26 anos. Todas as atrações da cidade tornam-se gratuitas e a economia é brutal, tendo em conta que cada museu ou monumento custa em média 9 euros a visita. Durante os dez dias, nós só pagamos para subir na Torre Eiffel.

Chegamos no dia 25 de junho, por volta da 1 hora da manhã, e por conta disso o roteiro do dia seguinte era light, precisávamos descansar e entender como a cidade funcionava. Resolvemos ir a pé em direção ao rio Sena e montamos nosso roteiro no meio do caminho.

Considerações sobre as portas francesas: Muito bonitas, mas... maçaneta no meio?? Fica um pouco difícil de abir gente!

O que Londres tinha de tijolinhos, Paris tem de construções sem cor. A paleta cromática é exatamente essa da foto.

Estaçao de trem de Gare de Lyon


Torre da Gare de Lyon no reflexo de um prédio


Notre-Dame de Paris

Claro que eu repeti meu feito de turista burra e não liguei de primeira a catedral ao personagem da Disney





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Um prédio bonito que não era turístico mas parecia ser importante e a gente não descobriu o que era

Porque não basta ser turista, tem que ser idiota

Centre Georges Pompidou

Primeira vez que vimos a torre

Ver crianças no museu e querendo participar vivamente da discusão com a professora não tem preço


Achei alguém com uma meia igual a minha (era um adesivo no espelho, don't panic)

No dia seguinte pegamos um roteiro na internet para seguir os passos de Amélie Poulain, como no filme (que eu nunca assisti, mas isso vai ser resolvido em breve). Esse foi o dia que quase atravessamos Paris à pé, indo do Cimetière du Montparnasse ao Jardin du Luxembourg a Pont des Arts e o Louvre, cruzando o Jardin des Tulieries e a Champs-Élysées em direção ao Arc de Triomphe. Eu não sentia minhas pernas ao chegar em "casa"

Moulin Rouge, não vá esperando algo fenomenal, porque não pe



Uma fachada amarela pra não perder o costume. O bairro de Montmartre é lindo apesar de ser perigoso

E um amigo Francês, pra não perder o costume também


A vista do alto da Basílica de Sacré-Coeur (que é uma das coisas mais difíceis e legais de se falar em francês)

Basílica de Sacré-Coeur

O carrossel bonitinho

E um projeto muito legal que reforma pianos antigos e os distribui pela cidade de Paris para qualquer um tocar


Leãozinho


Palácio de Luxemburgo

E os jardins de Luxemburgo


Pont des Arts, onde se respira amor


E eu não tinha me sentido em Paris até ver o Louvre de perto

Jardin des Tuileries



Arc de Triomphe

A Champs-Élysées vista lá de cima



E as escadarias eternas


Dia 28 amanheceu cinza, e por conta da nossa maratona do dia anterior, o roteiro foi bem light. Conhecemos o Museé D'Orsay e nosso dia encerrou por aí, precisávamos descansar porque o dia seguinte reservava algo especial, pelo menos pra mim.

Uma das muitas pontes do rio Sena

E esse dia não tem fotos porque não era permitido fotografar dentro do museu :)

Eu volto logo com a segunda parte da viagem.

1 comentários:

"Porque não basta ser turista, tem que ser idiota" - ISSO É INVEJA! MUHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

tenho minha foto preferida <3

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